Guia dos cinco museus nacionais do Japão com horários, preços e atrações

2026/08/21 12:17
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Tóquio - Você já visitou algum museu nacional no Japão? Se ainda não, vale a pena incluir pelo menos um deles no roteiro. O país possui cinco museus nacionais administrados pelo National Institutes for Cultural Heritage (国立文化財機構), organização vinculada à preservação, pesquisa e divulgação do patrimônio cultural japonês. Quatro deles são os tradicionais museus nacionais de Tóquio, Kyoto, Nara e Kyushu. O quinto é o Museu das Coleções Imperiais, Sannomaru Shozokan, localizado dentro do Palácio Imperial de Tóquio.

Embora integrem a mesma estrutura, cada um possui características bastante diferentes. O de Tóquio oferece a visão mais ampla da arte e da arqueologia japonesa e asiática. O de Kyoto concentra parte importante do patrimônio da antiga capital. O Museu Nacional de Nara é especializado em arte budista, enquanto o de Kyushu conta a história do Japão a partir de suas relações com outros países da Ásia e do mundo. Já o Sannomaru Shozokan guarda obras que pertenceram à Família Imperial.

O Portal Japão separou as principais informações para facilitar a sua escolha.

Museu Nacional de Tóquio (東京国立博物館, Tōkyō Kokuritsu Hakubutsukan)

O Museu Nacional de Tóquio foi fundado em 1872 e é considerado o museu mais antigo do Japão. Sua origem está ligada a uma exposição realizada naquele ano no Yushima Seidō, em Tóquio. Em 1882, a instituição foi transferida para Ueno, onde funciona atualmente.

O foco está na arte, arqueologia e patrimônio cultural do Japão e de outras regiões da Ásia. Seu enorme acervo reúne pinturas, esculturas, caligrafias, espadas, armaduras, cerâmicas, objetos de laca, tecidos, peças arqueológicas e materiais históricos, entre outros. Atualmente, a coleção possui mais de 120 mil obras.

O visitante não encontra tudo em um único prédio. O complexo é composto por diferentes galerias. O Honkan concentra principalmente a arte japonesa. O Toyokan apresenta obras da China, Coreia, Sudeste Asiático, Índia, Ásia Central e outras regiões. O Heiseikan possui importantes áreas dedicadas à arqueologia japonesa e recebe grandes exposições. A Galeria dos Tesouros de Horyuji conserva objetos associados ao templo Horyuji, de Nara.

Uma das características mais importantes é a rotação frequente das peças. Embora exista uma exposição da coleção, muitas obras extremamente sensíveis à luz e às condições ambientais permanecem expostas por períodos limitados. Por isso, pinturas, caligrafias, tecidos e outros objetos podem mudar ao longo do ano. O próprio museu informa que suas exposições regulares envolvem milhares de objetos e que as obras são substituídas periodicamente por razões de conservação.

Para turistas estrangeiros, também é uma das instituições japonesas mais acessíveis em termos de idioma. O aplicativo oficial TNM Art Guide funciona em japonês, inglês, chinês e coreano. O museu também oferece materiais e conteúdos digitais multilíngues.

Entre as exposições temporárias, são frequentes mostras dedicadas a templos, artistas, escolas de pintura, religiões, períodos históricos e grandes coleções japonesas ou internacionais. A programação varia bastante ao longo do ano.

Serviço

Endereço: 13-9 Ueno Park, Taito-ku, Tokyo 110-8712.

Telefone: 050-5541-8600. Do exterior, +81-50-5541-8600. O telefone geral do museu é 03-3822-1111.

Horário normal: das 9h30 às 17h. Às sextas-feiras e aos sábados, funciona até as 20h. Também permanece aberto até as 20h aos domingos quando a segunda-feira seguinte é feriado. A última entrada ocorre 30 minutos antes do fechamento.

Dia de fechamento: segunda-feira. Se a segunda-feira for feriado, normalmente abre e fecha no dia seguinte. Existem exceções durante o ano. Em 2026, por exemplo, também haverá fechamento para manutenção em 15 de dezembro e de 26 a 31 de dezembro.

Ingresso para a coleção: ¥1.000 para adultos e ¥500 para universitários. Alunos até o ensino médio, menores de 18 anos e pessoas com mais de 70 anos não pagam mediante comprovação. Pessoas com deficiência e um acompanhante também têm entrada gratuita.

As grandes exposições especiais possuem ingresso separado, normalmente com valor superior ao da coleção regular.

Reserva: não há necessidade geral de reservar horário para visitar a coleção. O ingresso pode ser comprado no local ou antecipadamente pela internet. O próprio museu recomenda a compra online porque, em períodos movimentados, a espera na bilheteria pode ultrapassar 30 minutos.

Site oficial: https://www.tnm.jp/

Atenção antes da visita

Algumas galerias poderão fechar temporariamente para manutenção. Entre outubro de 2026 e abril de 2027, por exemplo, partes do Honkan terão fechamentos prolongados. O Toyokan também terá fechamento parcial entre novembro e dezembro. Quem pretende visitar determinada coleção deve consultar o calendário antes de sair de casa.

Outra vantagem é a existência de dias gratuitos. Em 2026, as próximas entradas gratuitas para a coleção permanente são em 21 de setembro e 3 de novembro.

Museu Nacional de Kyoto (京都国立博物館, Kyōto Kokuritsu Hakubutsukan)

A criação administrativa do museu ocorreu em 1889, quando o governo determinou a instalação dos museus imperiais de Kyoto e Nara. A construção começou em 1892, o atual edifício histórico Meiji Kotokan ficou pronto em 1895 e a primeira exposição foi aberta ao público em maio de 1897. O nome Museu Nacional de Kyoto passou a ser usado posteriormente.

O museu tem como objetivo conservar, estudar e apresentar bens culturais, com destaque especial para o patrimônio ligado a Kyoto. Isso se deve ao fato de a cidade ter sido o centro político, religioso e cultural do Japão durante séculos e concentrar um número excepcional de templos, santuários, pinturas, esculturas, objetos ritualísticos, caligrafias e artes decorativas.

O museu também possui grande importância histórica na conservação de obras pertencentes a templos e santuários. Sua formação ocorreu em um período em que muitos bens religiosos estavam ameaçados pelas profundas transformações ocorridas depois da Restauração Meiji.

O atual espaço principal para exposições é o Heisei Chishinkan, edifício moderno que contrasta com o histórico Meiji Kotokan.

Uma diferença importante em relação ao Museu Nacional de Tóquio é o funcionamento das exposições. Kyoto alterna períodos de Collection Exhibitions, grandes Special Exhibitions e fases em que somente os jardins permanecem abertos. Durante uma grande exposição especial, não há necessariamente uma exposição regular paralela da coleção.

Em agosto de 2026, estão em cartaz exposições da coleção como “Buried Prayers: Time Capsules of Faith” e “Masterworks of the Tatsuuma Collection of Fine Arts: From Archaeological Artifacts to Tomioka Tessai”, ambas até 6 de setembro.

Depois disso, as galerias ficarão fechadas de 7 de setembro a 5 de outubro para a preparação da próxima grande exposição. De 8 de setembro a 4 de outubro, somente os jardins ficarão acessíveis.

De 6 de outubro a 29 de novembro de 2026, o destaque será “The Tale of Genji: Radiant Culture of the Japanese Imperial Court”, dedicada ao Genji Monogatari e à cultura da corte imperial.

Para estrangeiros, o museu possui uma versão completa do site em inglês e recursos educativos nesse idioma. Em grandes exposições, os audioguias frequentemente oferecem opção em inglês. Na exposição de Kitano Tenjin realizada em 2026, por exemplo, o audioguia foi disponibilizado em japonês e inglês.

Isso não significa, entretanto, que absolutamente todas as informações de todas as exposições sejam traduzidas da mesma forma. A quantidade de material multilíngue pode variar de acordo com a mostra.

Serviço

Endereço: 527 Chaya-cho, Higashiyama-ku, Kyoto 605-0931.

Telefone: 075-525-2473.

Horário das exposições da coleção: das 9h30 às 17h, com última entrada às 16h30. Às sextas-feiras, das 9h30 às 20h, com última entrada às 19h30.

Fechamento: segunda-feira. Quando a segunda-feira é feriado nacional, o museu abre e fecha na terça-feira. Também existem períodos específicos de fechamento para troca das exposições e no fim do ano. Entre 28 de dezembro de 2026 e 1º de janeiro de 2027 estará fechado.

Ingresso das exposições da coleção: ¥700 para adultos e ¥350 para universitários. Menores de 18 anos, estudantes até o ensino médio, pessoas com mais de 70 anos, pessoas com deficiência e um acompanhante têm entrada gratuita mediante comprovação.

Nos períodos em que apenas os jardins estão abertos, a entrada custa ¥300 para adultos e ¥150 para universitários.

Grandes exposições têm ingressos próprios. A mostra sobre o Genji Monogatari, por exemplo, custará ¥2.200 para adultos, ¥1.200 para universitários e ¥700 para estudantes do ensino médio. Os ingressos antecipados têm valores menores.

Reserva: normalmente não é necessária para as exposições da coleção. Exposições especiais podem adotar regras específicas e, portanto, devem ser verificadas individualmente.

Site oficial: https://www.kyohaku.go.jp/eng/

Atenção antes da visita

Este é provavelmente o museu desta lista em que mais vale conferir o calendário antes da viagem. Há semanas nas quais as galerias fecham completamente e somente os jardins podem ser visitados. Quem chegar sem consultar a programação poderá encontrar os principais espaços expositivos fechados.

Museu Nacional de Nara (奈良国立博物館, Nara Kokuritsu Hakubutsukan)

A instituição foi criada em 1889 e abriu ao público em 1895 como Imperial Nara Museum. É o segundo museu nacional mais antigo do Japão.

Sua especialidade é muito clara: arte budista. Desde a fundação, o museu trabalha com a conservação e exposição de obras provenientes, sobretudo, dos templos e santuários da antiga capital de Nara.

O acervo próprio possui aproximadamente 2 mil objetos, dos quais 13 são Tesouros Nacionais e 114 são classificados como Propriedades Culturais Importantes. Entre os destaques estão esculturas budistas, pinturas religiosas, sutras, manuscritos e objetos ritualísticos.

O museu também recebe obras em depósito de templos, santuários e colecionadores privados. Essa é uma particularidade importante, porque permite que o público veja peças pertencentes a instituições religiosas que nem sempre mantêm seus tesouros permanentemente expostos.

Uma de suas áreas mais conhecidas é o Buddhist Sculpture Hall, onde normalmente ficam expostas quase 100 esculturas, principalmente dos períodos Asuka ao Kamakura, incluindo Tesouros Nacionais e Propriedades Culturais Importantes.

Existe, porém, um alerta muito importante para quem pretende visitar Nara nos próximos anos. O Buddhist Sculpture Hall será fechado para reformas em 14 de setembro de 2026 e deverá permanecer fechado até aproximadamente a primavera de 2028.

O museu oferece audioguias em inglês, mandarim e coreano para sua exposição de esculturas e possui conteúdos em inglês no site e na base de dados de obras.

Outra atração de enorme importância é a exposição anual dos Tesouros do Shosoin. A 78ª edição será realizada de 24 de outubro a 9 de novembro de 2026. Durante esse período, o museu amplia inclusive seu horário de funcionamento.

Em agosto de 2026, está sendo realizada a exposição especial “Buddhist Paintings of Nara: Reviving the Splendor of Classical Tradition”, organizada em colaboração com o Museum of Fine Arts de Boston. A mostra segue até 13 de setembro.

Serviço

Endereço: 50 Noboriōji-chō, Nara 630-8213.

Telefone: 050-5542-8600. Do exterior, +81-50-5542-8600.

Horário normal: das 9h30 às 17h, com última entrada 30 minutos antes do fechamento. Em determinados sábados e durante eventos de Nara, o horário pode ser ampliado.

Durante a exposição do Shosoin de 2026, por exemplo, o museu funcionará das 8h às 18h e, às sextas-feiras, sábados, domingos e feriados, até as 20h.

Fechamento: segunda-feira e de 28 de dezembro a 1º de janeiro. Quando um feriado cai na segunda-feira, abre e normalmente fecha no próximo dia útil. Há diversas exceções durante eventos e exposições.

Ingresso: o valor varia conforme as galerias e exposições em funcionamento. As grandes exposições possuem preço próprio, enquanto a coleção tem cobrança separada em períodos normais.

Reserva: a visita normal não exige reserva antecipada em regra. Algumas exposições de grande procura podem adotar venda antecipada ou sistema especial de ingresso, por isso a programação deve ser verificada antes da visita.

Site oficial: https://www.narahaku.go.jp/english/

Atenção antes da visita

O fechamento do Buddhist Sculpture Hall entre setembro de 2026 e aproximadamente a primavera de 2028 é particularmente relevante. Quem tiver como principal objetivo ver a famosa coleção de esculturas deve levar essa informação em consideração.

Por outro lado, a exposição anual do Shosoin transforma o museu em um dos principais centros culturais do Japão durante algumas semanas do outono. A procura é elevada e o fluxo de visitantes pode ser muito superior ao normal.

Museu Nacional de Kyushu (九州国立博物館, Kyūshū Kokuritsu Hakubutsukan)

O Museu Nacional de Kyushu é muito mais recente que os de Tóquio, Kyoto e Nara. Foi inaugurado em 2005, em Dazaifu, província de Fukuoka.

Seu conceito é especialmente interessante porque apresenta a formação da cultura japonesa a partir do contato do arquipélago com outras regiões da Ásia e, posteriormente, com a Europa. A própria localização em Dazaifu reforça essa perspectiva, pois Kyushu funcionou historicamente como uma das principais portas de entrada do Japão para a península coreana, China e outras regiões asiáticas.

A principal exposição permanente recebe o título “Ocean Ways, Asian Paths”. Ela começa há aproximadamente 35 mil anos e acompanha a história até o final do período Edo, no século XIX. O espaço é dividido em cinco grandes temas e 11 salas temáticas menores.

As peças também são substituídas regularmente. Segundo o museu, existem rotações semanais de objetos na exposição permanente, o que significa que o visitante pode encontrar obras diferentes em visitas realizadas em épocas distintas.

Entre os quatro museus nacionais históricos, Kyushu possui uma das políticas multilíngues mais amigáveis para estrangeiros. O museu informa que todos os objetos da exposição permanente possuem explicações em japonês, inglês, chinês e coreano. Audioguias em inglês também podem ser utilizados gratuitamente, além de existirem recursos digitais multilíngues para smartphones.

Em agosto de 2026, entre os destaques está “ICE AGE: Discover the World 40,000 Years in the Past”, realizada até 27 de setembro. A exposição apresenta animais da Era do Gelo, reconstruções em tamanho natural e materiais relacionados à presença humana nesse período.

Também está em cartaz “Hands-on History! Secrets of the Real Thing 2026” até 4 de outubro. A proposta é pouco comum em museus: parte da experiência permite tocar réplicas, sentir o peso e a textura e conhecer técnicas utilizadas na produção de objetos históricos.

Serviço

Endereço: 4-7-2 Ishizaka, Dazaifu City, Fukuoka Prefecture 818-0118.

Telefone: 050-5542-8600. O Hello Dial é prestado principalmente em japonês.

Horário normal: das 9h30 às 17h. Durante alguns sábados do programa Kyuhaku After Five, o funcionamento é estendido. A exposição atual da Era do Gelo, por exemplo, permanece aberta até as 19h aos sábados.

Fechamento: normalmente às segundas-feiras, com exceções quando há feriados. O calendário deve ser consultado porque podem ocorrer fechamentos compensatórios na terça-feira.

Ingresso da Cultural Exchange Exhibition, que inclui a exposição permanente: ¥700 para adultos e ¥350 para universitários. Estudantes até o ensino médio, menores de 18 anos e pessoas com mais de 70 anos têm entrada gratuita mediante comprovação.

Grandes exposições possuem ingresso próprio. A atual exposição da Era do Gelo custa ¥2.000 para adultos, ¥1.000 para universitários e estudantes do ensino médio e ¥600 para alunos do ensino fundamental e ginásio. O ingresso também permite visitar a Cultural Exchange Exhibition no quarto andar.

Reserva: para a exposição permanente, normalmente não é necessária. Grandes exposições podem utilizar venda antecipada e, em determinados casos, ingressos por data e horário. O próprio museu já adotou esse sistema para exposições de grande procura, especialmente aos fins de semana e feriados.

Site oficial: https://www.kyuhaku.jp/en/

Atenção antes da visita

Além das traduções em quatro idiomas, o museu possui iniciativas de acessibilidade que incluem mapas táteis, Braille, vídeos com língua japonesa de sinais e exposições em que réplicas podem ser tocadas.

Isso faz de Kyushu uma opção especialmente interessante para famílias, estrangeiros e visitantes que desejam uma experiência menos baseada apenas na leitura de painéis.

Museu das Coleções Imperiais, Sannomaru Shozokan (皇居三の丸尚蔵館, Kōkyo Sannomaru Shōzōkan)

Este é o museu mais diferente do grupo. Ele surgiu depois que, em 1989, o então imperador Akihito, hoje imperador emérito, e a imperatriz Kojun transferiram ao Estado japonês uma grande quantidade de obras que haviam sido preservadas pela Família Imperial. O museu foi criado em novembro de 1993 dentro dos Jardins Orientais do Palácio Imperial para conservar, estudar e apresentar esse patrimônio ao público.

O acervo inclui pinturas, caligrafias, artes decorativas e diferentes objetos relacionados à Casa Imperial, além de presentes recebidos pela Família Imperial de outros países. Entre as coleções encontram-se algumas das obras mais conhecidas da história da arte japonesa.

Desde 2019, o complexo passa por uma grande expansão. Em 2023, parte do novo museu foi aberta e sua administração passou da Agência da Casa Imperial para o National Institutes for Cultural Heritage. Em maio de 2025, voltou a fechar para a fase final das obras.

Mas atenção: o Sannomaru Shozokan está fechado em agosto de 2026. A reabertura completa está prevista para o outono de 2026, mas, até 17 de agosto, o próprio museu ainda não havia divulgado no site oficial uma data específica para a inauguração nem a exposição de reabertura.

A reforma acrescentará novas galerias, loja e um auditório destinado a vídeos, palestras, oficinas e outros eventos.

O museu também prevê programas multilíngues. Seu serviço telefônico de informações oferece atendimento em inglês, japonês, chinês, coreano, espanhol, francês, alemão e outros idiomas.

Serviço previsto após a reabertura

Endereço: East Gardens of the Imperial Palace, 1-8 Chiyoda, Chiyoda-ku, Tokyo 100-0001.

Telefone: 050-5541-8600. Do exterior, +81-50-5541-8600. O serviço funciona das 9h às 20h e oferece atendimento multilíngue.

Horário anunciado para o museu após a reabertura: das 9h30 às 17h, com última entrada às 16h30.

Fechamento previsto: segundas-feiras, feriados de fim de ano e Ano-Novo, aniversário do imperador e períodos entre exposições. Quando uma segunda-feira é feriado, deverá abrir nesse dia e fechar no próximo dia útil que não seja feriado.

Ingresso: como o museu ainda está fechado e a programação de reabertura não foi anunciada, não considero seguro indicar agora um preço de entrada para o novo complexo. O valor deverá ser confirmado quando a instituição divulgar a exposição inaugural e o sistema de ingressos.

Reserva: pelo mesmo motivo, ainda não há informação definitiva sobre eventual necessidade de reserva para a reabertura.

Site oficial: https://shozokan.nich.go.jp/en/

Atenção antes da visita

O museu está dentro dos Jardins Orientais do Palácio Imperial, portanto existem regras de acesso diferentes das de um museu comum. As bolsas podem passar por inspeção de segurança. Não existem estacionamentos para carros ou bicicletas dentro dos jardins.

Às sextas-feiras, quando parte dos Jardins Orientais está fechada, o acesso ao museu deverá ser feito obrigatoriamente pelo portão Ote-mon.

A estação mais conveniente é Otemachi. Do Exit C13a são aproximadamente cinco minutos a pé até o Ote-mon. Da saída Marunouchi North da estação de Tóquio, a caminhada leva cerca de 15 minutos.

Neste momento, portanto, quem estiver visitando Tóquio não deve ir ao Sannomaru Shozokan esperando encontrá-lo aberto. É melhor acompanhar o site oficial, porque a reabertura ocorrerá ainda no outono de 2026 e deverá ser um dos grandes acontecimentos museológicos do ano.

Dica para o leitor

Quem estiver pela primeira vez no Japão e quiser compreender a evolução da arte e do patrimônio japonês provavelmente encontrará no Museu Nacional de Tóquio a opção mais abrangente.

Kyoto é especialmente indicado para quem tem interesse na antiga capital imperial, templos, pinturas, caligrafia e artes tradicionais.

Nara é a opção mais forte para arte budista e esculturas religiosas.

Kyushu é indicado para quem quer entender como China, Coreia, outras regiões da Ásia e, posteriormente, o Ocidente participaram da formação cultural do Japão.

O Sannomaru Shozokan oferece uma perspectiva completamente diferente, já que apresenta obras transmitidas pela Família Imperial e presentes relacionados à história da Casa Imperial japonesa.

Foto: Reprodução/Museu Nacional de Tóquio

Antonio Carlos Bordin é jornalista há 40 anos. Iniciou na profissão em jornais diários no interior de São Paulo. Mora no Japão há mais de 20 anos, tempo em que trabalhou como editor de revistas e de sites da comunidade. Gosta de filmes de ação, de ficção científica e acredita em Astrologia. Tem bom humor e fé em Deus.

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