Museus nacionais do Japão vão do artesanato ao cinema e às grandes exposições

Tóquio – Nem todos os museus nacionais do Japão seguem o modelo tradicional de uma instituição com galerias permanentes divididas por períodos históricos. Alguns foram criados justamente para desempenhar funções muito específicas, como preservar o artesanato moderno, receber grandes exposições temporárias ou conservar a memória cinematográfica do país.
Nesta terceira parte da série sobre os museus nacionais japoneses, entram três instituições bastante diferentes entre si: o Museu Nacional de Artesanato, em Kanazawa, o Centro Nacional de Arte de Tóquio e o Arquivo Nacional de Cinema do Japão.
O primeiro é especializado em artesanato e design modernos e contemporâneos. O segundo é um dos maiores espaços expositivos do Japão, mas não possui coleção própria permanente. Já o terceiro conserva mais de 90 mil filmes e funciona simultaneamente como arquivo, centro de pesquisa, sala de cinema e museu dedicado à história da produção cinematográfica japonesa.
Museu Nacional de Artesanato (国立工芸館, Kokuritsu Kōgeikan)
O Museu Nacional de Artesanato foi inaugurado originalmente em 1977, em Tóquio, como Galeria de Artesanato do Museu Nacional de Arte Moderna de Tóquio. Funcionava no Parque Kitanomaru, em um prédio histórico que havia sido utilizado pelo antigo Exército Imperial.
Em 2020, a instituição foi transferida para Kanazawa, na província de Ishikawa, cidade reconhecida pela força de suas tradições artesanais. A nova sede abriu em 25 de outubro daquele ano. Em 1º de abril de 2021, o nome pelo qual já era conhecido, National Crafts Museum, 国立工芸館, tornou-se oficialmente a denominação da instituição.
O museu é considerado a única instituição nacional japonesa especializada em artesanato e design modernos e contemporâneos. Sua coleção possui mais de 4 mil obras, abrangendo cerâmica, vidro, laca, madeira, bambu, tecidos, bonecas, trabalhos em metal, design industrial e design gráfico.
O foco não está apenas no artesanato tradicional antigo. O visitante encontra principalmente obras produzidas a partir do período Meiji, quando os artesãos japoneses passaram por profundas transformações decorrentes da industrialização, da abertura do Japão ao exterior e da aproximação entre artesanato, arte e design.
Entre as peças mais representativas do acervo está “Twelve Hawks”, de Suzuki Chokichi, produzida em 1893 e classificada como Propriedade Cultural Importante do Japão. Também fazem parte da coleção trabalhos de grandes mestres japoneses da cerâmica, laca, metal, tecidos e design.
Um dos espaços mais interessantes é a reconstrução do ateliê de Matsuda Gonroku, um dos grandes mestres da laca japonesa e detentor do título de Tesouro Nacional Vivo. O museu também possui uma biblioteca especializada em artesanato e design.
Exposição permanente e exposições temporárias
O Museu Nacional de Artesanato não mantém uma exposição permanente fixa com as mesmas peças durante todo o ano. Cerca de 100 obras da coleção costumam ser selecionadas para exposições organizadas em torno de determinados temas ou períodos. Por questões de conservação e também pela própria proposta curatorial, o conjunto apresentado muda regularmente.
Existem, porém, duas obras instaladas permanentemente na área externa: “untitled (13-09-04)”, de Kaneko Jun, de 2013, e “Orchard: Sunlight Penetrating Fruit, Fruit in Sunlight Filtering Through Leaves”, de Hashimoto Masayuki, produzida entre 1978 e 1988.
Está sendo realizada a exposição “Independent Study for Kids & Adults: Patterns of Delight 2”, que segue até 23 de setembro. A mostra utiliza o tema dos padrões para aproximar crianças e adultos do artesanato e inclui trabalhos relacionados a diferentes técnicas, entre eles obras de Serizawa Keisuke e uma colaboração envolvendo Pokémon e a técnica tradicional de tingimento Edo-komon.
A proposta faz parte de uma série de exposições voltadas à descoberta do artesanato de forma mais acessível, especialmente durante as férias escolares de verão.
Idiomas
O museu disponibiliza sinalização e materiais em japonês, inglês, chinês simplificado e coreano. A instituição alerta, entretanto, que nem sempre há funcionários capazes de prestar atendimento oral nesses idiomas.
O site oficial possui versão em inglês e apresenta informações sobre as exposições, obras do acervo e serviços oferecidos aos visitantes.
Serviço
Endereço: 3-2 Dewa-machi, Kanazawa-shi, Ishikawa 920-0963.
Telefone: 050-5541-8600, pelo Hello Dial, para chamadas dentro do Japão. Para ligações internacionais, o serviço informa o número +81-47-316-2772.
Horário normal: das 9h30 às 17h30, com última entrada às 17h.
Fechamento: segunda-feira. Quando a segunda-feira é feriado, o museu abre e fecha no próximo dia útil. Também há fechamentos durante as trocas de exposições e no período de Ano-Novo.
Ingresso da atual exposição “Patterns of Delight 2”: ¥1.000 para adultos e ¥700 para universitários. Estudantes até o ensino médio, menores de 18 anos e pessoas com certificado de deficiência, acompanhadas por uma pessoa, não pagam.
Os preços mudam conforme cada exposição.
Reserva: não há indicação de reserva obrigatória para a exposição atual. Os ingressos podem ser comprados antecipadamente pela internet ou adquiridos de acordo com as regras de cada exposição. A compra antecipada não pode ser cancelada nem reembolsada depois de concluída.
Site oficial:
https://www.momat.go.jp/craft-museum/en
Atenção antes da visita
O próprio prédio faz parte da experiência. A atual sede utiliza dois edifícios militares da era Meiji, o antigo quartel-general da 9ª Divisão do Exército e o antigo Kanazawa Kaikosha, que foram transferidos e restaurados. As construções estão registradas como propriedades culturais tangíveis do Japão.
A localização também merece destaque. O museu fica próximo ao Kenrokuen, um dos jardins mais famosos do Japão, e integra uma região que reúne diversas instituições culturais de Kanazawa. Isso facilita combinar a visita com outros museus, parques e áreas históricas da cidade.
Fotografias são permitidas em determinadas áreas, mas podem ser proibidas em algumas exposições ou para determinadas obras. O uso de flash não é permitido.
Centro Nacional de Arte de Tóquio (国立新美術館, Kokuritsu Shin-Bijutsukan)
O Centro Nacional de Arte de Tóquio abriu em 2007, no bairro de Roppongi, com uma característica que o diferencia radicalmente dos outros museus nacionais japoneses: ele não possui coleção própria permanente.
Em vez de conservar um grande acervo, a instituição funciona essencialmente como um gigantesco espaço para exposições.
O complexo possui aproximadamente 14 mil metros quadrados de área expositiva, distribuídos em 12 galerias, além de biblioteca de arte, auditório, salas para palestras, restaurante, cafés e loja. É uma das maiores instituições artísticas do Japão em área disponível para exposições.
O modelo permite receber simultaneamente grandes exposições internacionais e mostras organizadas por associações artísticas japonesas. Por isso, o conteúdo encontrado por um visitante em agosto pode ser completamente diferente daquele que estará no prédio poucos meses depois.
As exposições organizadas pelo próprio centro abrangem pintura, escultura, fotografia, arte contemporânea, design, moda, arquitetura e até mangá. Paralelamente, diversas associações de artistas utilizam outras galerias para apresentar trabalhos de seus integrantes.
Não existe exposição permanente
O Centro Nacional de Arte de Tóquio não possui exposição permanente. A entrada no prédio é gratuita, mas cada exposição tem ingresso, horário e regras próprias. Isso significa que não existe um único ingresso para visitar todas as galerias.
A mostra “Picasso, through the Eyes of Paul Smith” reúne obras de Pablo Picasso pertencentes ao Musée National Picasso-Paris, mas apresenta uma abordagem diferente das retrospectivas convencionais. O designer britânico Paul Smith criou a direção artística e a concepção visual do espaço, utilizando cores e elementos inspirados em sua própria linguagem de design. As obras percorrem diferentes fases da carreira de Picasso.
Outra grande exposição começou no início de setembro. “Masterpieces of the Renaissance from the Musée du Louvre” reúne mais de 50 pinturas, esculturas, gravuras e objetos decorativos dos séculos XV e XVI provenientes do Louvre. Entre os destaques anunciados está “La Belle Ferronnière”, de Leonardo da Vinci, apresentada no Japão pela primeira vez.
Em 28 de outubro começa ainda “Shojo Manga Infinity: Moto Hagio, Ryoko Yamagishi, and Waki Yamato”, dedicada a três nomes fundamentais da história do mangá feminino japonês. A exposição seguirá até 8 de fevereiro de 2027.
Idiomas
O site oficial está disponível em japonês, inglês, chinês simplificado, chinês tradicional e coreano.
No próprio centro, pode haver funcionários que atendem em inglês e chinês, além de equipamento de tradução automática no balcão de informações. A instituição ressalta, contudo, que a disponibilidade de funcionários multilíngues depende da escala de trabalho.
Algumas exposições oferecem audioguias e explicações acessíveis por QR Code, mas isso varia de acordo com cada evento.
Na atual exposição de Picasso, as informações principais são apresentadas também em inglês.
Serviço
Endereço: 7-22-2 Roppongi, Minato-ku, Tokyo 106-8558.
Telefone: 050-5541-8600, pelo Hello Dial, dentro do Japão. Para chamadas internacionais, +81-47-316-2772.
Horário das grandes exposições: normalmente das 10h às 18h às segundas, quartas, quintas e domingos. Às sextas-feiras e aos sábados, funciona normalmente até as 20h. A última entrada ocorre 30 minutos antes do fechamento. Algumas exposições podem estabelecer horários diferentes.
Fechamento: terça-feira. Quando uma terça-feira é feriado nacional, o centro abre e fecha no próximo dia útil. Também fecha durante o período de Ano-Novo.
A entrada no prédio é gratuita. Cada exposição cobra seu próprio ingresso.
Para “Picasso, through the Eyes of Paul Smith”, o ingresso comprado durante o período da exposição custa ¥2.400 para adultos, ¥1.400 para universitários e ¥1.000 para estudantes do ensino médio. Alunos até o ginásio não pagam. Pessoas com deficiência e um acompanhante também têm entrada gratuita mediante comprovação.
Reserva: depende da exposição. Algumas permitem a compra direta no local, enquanto outras podem exigir ou recomendar reserva antecipada. O centro orienta o visitante a verificar a página específica da mostra.
Para a atual exposição de Picasso, os ingressos são vendidos online e também na bilheteria do centro. Não há indicação de reserva obrigatória por horário.
Site oficial:
https://www.nact.jp/english/
Atenção antes da visita
O edifício é uma atração por si só. Foi projetado pelo arquiteto Kisho Kurokawa, um dos nomes mais importantes da arquitetura japonesa do pós-guerra. A enorme fachada de vidro possui formato ondulado e foi concebida para criar uma relação visual com as áreas verdes ao redor.
Existe ainda um aplicativo online chamado CONIC, dedicado à arquitetura do edifício e ao conceito de Kurokawa.
A biblioteca de arte pode ser utilizada gratuitamente. O acervo reúne aproximadamente 140 mil publicações japonesas e 26 mil em outros idiomas, principalmente catálogos de exposições e materiais sobre arte, arquitetura e design. Os documentos devem ser consultados no local.
Outra facilidade é a ligação direta com a estação Nogizaka, da linha Chiyoda do Tokyo Metro, pela saída 6. Da estação Roppongi são aproximadamente quatro ou cinco minutos a pé.
O local não possui estacionamento para visitantes em geral. Há vagas destinadas a pessoas com deficiência.
Arquivo Nacional de Cinema do Japão (国立映画アーカイブ, Kokuritsu Eiga Ākaibu)
Esta é uma instituição completamente diferente das demais apresentadas na série.
O Arquivo Nacional de Cinema do Japão é a única instituição nacional japonesa dedicada especificamente ao cinema. Sua missão envolve coletar, conservar, restaurar, pesquisar, exibir e divulgar filmes japoneses e estrangeiros, além de preservar cartazes, roteiros, fotografias, livros, equipamentos e outros materiais relacionados à história cinematográfica.
Sua história começou em 1952, quando foi criada uma seção de biblioteca cinematográfica dentro do Museu Nacional de Arte Moderna de Tóquio.
Em 1970, essa divisão foi ampliada e transformada no National Film Center. Finalmente, em 1º de abril de 2018, ganhou independência administrativa e passou a se chamar National Film Archive of Japan.
O prédio principal está em Kyobashi, no centro de Tóquio, região historicamente relacionada ao cinema japonês. A antiga sede da companhia Nikkatsu, por exemplo, chegou a funcionar nas proximidades.
Mais de 90 mil filmes preservados
A dimensão do acervo é impressionante.
Em março de 2025, o arquivo mantinha 90.126 filmes. Desse total, 79.082 eram japoneses e 11.044 estrangeiros. A coleção inclui longas de ficção, documentários, animações, cinejornais e produções realizadas para televisão.
Também existem aproximadamente 52 mil roteiros, 64 mil cartazes, 837 mil fotografias, 98 mil materiais promocionais e cerca de 800 equipamentos e dispositivos técnicos, além de dezenas de milhares de livros.
Grande parte desse material cinematográfico é armazenada no Centro de Conservação de Sagamihara, na província de Kanagawa, onde existem instalações específicas para preservar películas em condições controladas de temperatura e umidade.
O arquivo também trabalha na restauração de filmes deteriorados. Entre as obras restauradas estão “Rashomon”, de Akira Kurosawa, filmes coloridos de Yasujiro Ozu e registros históricos da Expedição Japonesa à Antártida.
Museu, cinema e arquivo ao mesmo tempo
No prédio de Kyobashi há duas salas de projeção, o Nagase Memorial Theatre OZU e o B1 Theatre. Filmes do acervo e obras cedidas por instituições japonesas e estrangeiras são exibidos regularmente, muitas vezes em seus formatos originais.
No sétimo andar fica a galeria de exposições.
Há uma exposição permanente chamada “Nihon Eiga: The History of Japanese Film”, que apresenta a história do cinema japonês a partir de materiais do próprio arquivo.
O espaço recebe também exposições temporárias relacionadas a diretores, atores, estúdios, cartazes, técnicas cinematográficas e períodos específicos da história do cinema.
Exposição temporária atual
Desde 11 de agosto de 2026 está em cartaz “Film Director Kenji Mizoguchi”, que segue até 13 de dezembro.
É a primeira exposição organizada pelo arquivo inteiramente dedicada ao diretor Kenji Mizoguchi e marca os 70 anos de sua morte.
Mizoguchi é um dos cineastas japoneses mais importantes da história e dirigiu obras como “Osaka Elegy”, “Sisters of the Gion”, “The Life of Oharu”, “Ugetsu” e “Sansho the Bailiff”. Seus filmes receberam prêmios no Festival Internacional de Cinema de Veneza durante três anos consecutivos na década de 1950 e influenciaram cineastas em diferentes países.
A exposição utiliza documentos, materiais de produção e registros deixados não apenas pelo diretor, mas também por profissionais que trabalharam com ele, incluindo o diretor de fotografia Kazuo Miyagawa, o diretor de arte Hiroshi Mizutani e o compositor Fumio Hayasaka.
Idiomas
O site oficial possui versões em japonês, inglês, chinês e coreano.
As exposições e os materiais relacionados ao cinema possuem diferentes níveis de tradução. As principais informações práticas e páginas das exposições são disponibilizadas em inglês, mas nem todo o conteúdo documental apresentado nas galerias necessariamente possui tradução integral.
O visitante interessado em uma exposição específica deve conferir a página oficial antes da visita.
Serviço
Endereço: 3-7-6 Kyobashi, Chuo-ku, Tokyo 104-0031.
Telefone: 047-316-2772, Hello Dial.
Horário da galeria: das 11h às 18h30, com última entrada às 18h. Na última sexta-feira de cada mês, permanece aberta até as 20h, com entrada até as 19h30.
Fechamento: segunda-feira, períodos de preparação das sessões cinematográficas, intervalos entre exposições e determinados períodos de manutenção.
Ingresso normal da galeria: ¥250 para adultos e ¥130 para universitários. Pessoas com 65 anos ou mais, estudantes até o ensino médio e menores de 18 anos têm entrada gratuita. Pessoas com deficiência e um acompanhante também não pagam.
As exposições especiais podem ter valores diferentes.
A atual exposição sobre Kenji Mizoguchi custa ¥600 para adultos e ¥300 para universitários, pessoas com 65 anos ou mais, estudantes do ensino médio e menores de 18 anos. Pessoas com deficiência e um acompanhante têm entrada gratuita. Em 3 de novembro, Dia da Cultura, a entrada será gratuita.
As sessões de cinema têm cobrança separada. O ingresso padrão custa ¥520 para adultos, ¥310 para estudantes do ensino médio, universitários e pessoas com 65 anos ou mais, e ¥100 para alunos do ensino fundamental e ginásio. Programas especiais podem ter outros preços.
Reserva: as regras para as sessões cinematográficas variam conforme o programa. Algumas utilizam venda antecipada online. A visita à galeria não possui exigência geral de reserva antecipada, mas exposições e eventos especiais podem estabelecer condições próprias.
Site oficial:
https://www.nfaj.go.jp/english/
Atenção antes da visita
Existe uma diferença importante entre visitar o arquivo e ir a uma videoteca.
O público não pode simplesmente chegar ao local e solicitar um DVD ou determinado filme para assistir individualmente. O próprio arquivo esclarece que não oferece esse tipo de acesso a vídeos ou DVDs. Os filmes são apresentados por meio da programação oficial de sessões.
A biblioteca do quarto andar funciona das 12h às 18h, com última entrada às 17h30. Fecha aos domingos, segundas e quartas-feiras, em feriados nacionais e nos dias em que todo o arquivo estiver fechado.
Não há restaurante dentro da instituição. Existe apenas uma máquina de bebidas, embora a região de Kyobashi tenha numerosos restaurantes e cafés. Também não existe uma loja de museu convencional, mas publicações do arquivo podem ser compradas nos balcões de atendimento.
O local oferece Wi-Fi gratuito em diversas áreas do edifício, inclusive na galeria, nos saguões e na biblioteca.
Três experiências completamente diferentes
Para quem deseja conhecer a excelência japonesa em cerâmica, laca, tecidos, metal, madeira, bambu e design, o Museu Nacional de Artesanato é a principal instituição deste grupo e ganha ainda mais sentido por estar localizado em Kanazawa, uma das cidades japonesas mais associadas às artes tradicionais.
O Centro Nacional de Arte de Tóquio é indicado para quem busca grandes exposições. Como não possui coleção permanente, é indispensável verificar antecipadamente o que estará em cartaz. Dependendo da época, o visitante pode encontrar Picasso, Leonardo da Vinci, arte contemporânea, moda, design ou mangá no mesmo edifício.
Já o Arquivo Nacional de Cinema do Japão é uma opção particularmente interessante para quem gosta de cinema japonês. Além de contar a história dessa indústria em suas galerias, conserva filmes, cartazes, roteiros e fotografias que poderiam desaparecer sem o trabalho de preservação realizado pela instituição.
Na quarta e última matéria da série, entram dois museus nacionais de perfil ainda diferente: o Museu Nacional da Natureza e Ciência, em Tóquio, e o Museu Nacional de Etnologia, em Osaka.
Foto: Reprodução/Centro Nacional de Arte de Tóquio





































