Isenção do imposto sobre consumo no Japão pode atrasar um ano

Tóquio – Apesar do brilho da proposta eleitoreira de suspender por dois anos o imposto sobre consumo, feita pela primeira-ministra Sanae Takaichi, a ideia tropeça em alguns obstáculos. Agora as empresas manifestaram preocupação quanto aos desafios técnicos envolvendo caixas registradoras.
O tema vem sendo discutido por um grupo composto por empresários e representantes do governo, como chefes dos comitês tributários do partido do governo e também da oposição, publicou a NHK.
Apesar do objetivo de amenizar o impacto da alta dos preços, as empresas alegam que os sistemas que utilizam não foram projetados para alíquota zero e que levará cerca de um ano para modificá-los.
O representante do Partido Liberal Democrata (PLD), Itsunori Onodera, disse que o governo quer superar esses desafios e implementar o plano. Já Motohisa Furukawa, do Partido Democrático para o Povo, considerou que se a isenção fiscal prometida pelo governo vier só depois de um ano ou mais, ela não ajudará a amenizar o custo de vida.
Enquanto isso, os partidos que formam a coalizão governista estudam fontes de receita para custear a isenção do imposto sobre consumo, e deverão apresentar um relatório no verão por meio do conselho nacional.
Foto: Canva







































