Canadense usa identidade falsa para viajar de graça em várias companhias aéreas

Canadá – Dallas Pokornik, de 33 anos, ex-comissário de bordo, foi preso após usar identificação de funcionário falsa para realizar centenas de voos sem pagar. Segundo a Procuradoria-Geral dos Estados Unidos para o Distrito do Havaí, o suspeito agiu assim com três companhias aéreas diferentes.
Pokornik, de 33 anos, é de Toronto, no Canadá, e solicitava um jump seat, ou assento extra na cabine de comando dos voos, o qual é reservado para pilotos fora de serviço. Ele foi preso após ter sido indiciado por fraude eletrônica em 2 de outubro (2025), disseram as autoridades. Ele se declarou inocente na terça-feira após sua extradição, de acordo com a Associated Press (AP) e a CBC News.
O homem causaria muita inveja a gente do governo. Ele foi comissário de bordo de uma companhia baseada em Toronto entre 2017 e 2019. Depois é que passou a usar a identidade falsa de um funcionário para conseguir voar sem pagar.
A Air Canada informou que não tem registro de funcionário com este nome. Outra companhia, a Porter Airlines, não foi capaz de verificar a ligação do acusado com seu quadro de empregados. Outras empresas como a Sunwing e WestJet não responderam à CBC News.
Caso seja condenado, Pokornik poderá pegar até 20 anos de prisão, pagar multa de até 250 mil dólares, além de um período de liberdade supervisionada.
Falso comissário de bordo
Em junho de 2025, foi registrado um caso semelhante. O norte-americano Tiron Alexander, de 35 anos, foi condenado por se passar por comissário de bordo para embarcar em 34 voos sem pagar.
O espertalhão reservava os voos no site de uma companhia aérea, os quais estavam disponíveis apenas para pilotos e comissários de bordo.
Quando se inscrevia no site, ele alegava que trabalhava para diferentes companhias, fornecendo informações de seu empregador, data de admissão e número de craxá. O farsante possuía cerca de 30 números de craxás e datas de admissão diferentes.
O tribunal considerou que o tempo em que Alexander passou em custódia das autoridades foi o suficiente como punição para o seu crime. Mas ficará sob liberdade supersivionada por um ano, tendo que se apresentar a um oficial de justiça periodicamente.
Foto: Canva







































