Qual operadora de celular escolher no Japão? Veja diferenças entre grandes, submarcas e MVNOs

Compartilhar:

Japão – Ao precisar de um telefone ou linha no Japão, o que você leva em consideração para escolher uma operadora de telefonia? O preço, a qualidade da conexão ou a cobertura da rede? Pensando nisso, o Portal Japão preparou um comparativo para auxiliar na decisão. A proposta não é apontar qual operadora é melhor ou pior, mas mostrar quais serviços se encaixam nas necessidades de cada perfil. Não existem planos perfeitos, pois todos envolvem ganhos e perdas.

O mercado de telefonia móvel no Japão é dividido entre grandes operadoras, que possuem rede própria, e marcas econômicas, além das Mobile Virtual Network Operators (MVNOs), que utilizam a infraestrutura dessas redes. As MVNOs no Japão são chamadas de “kakeyasu”, termo composto por “kakeru” (ligar) e “yasu” (barato).

Para se ter uma dimensão, trata-se de um setor que movimentou cerca de 15,5 trilhões de ienes, pouco mais de 121 bilhões de dólares, considerando apenas as grandes operadoras como NTT Docomo, KDDI, SoftBank e Rakuten Mobile. Esse valor corresponde às receitas agregadas com serviços, assinaturas, dados e tráfego móvel apenas em 2025.

A seguir, veja as comparações entre as principais companhias do setor e identifique qual delas faz mais sentido no momento de firmar um contrato.

Grandes operadoras com rede própria (MNOs)

As maiores do setor são NTT Docomo, KDDI (au), SoftBank e Rakuten Mobile. Elas concentram a maior parte dos contratos móveis no país. Veja os números até março de 2025:

  • NTT Docomo: 91.407.600 contratos
  • KDDI (au): 70.347.100 contratos
  • SoftBank: 54.795.300 contratos (inclui Y!mobile)
  • Rakuten Mobile: 8.630.000 contratos

A Rakuten Mobile também anunciou ter ultrapassado 10 milhões de assinantes em 25 de dezembro de 2025, mas esse total pode incluir linhas de diferentes categorias.

Submarcas econômicas das grandes operadoras

As grandes empresas também oferecem submarcas voltadas a um público mais sensível a preço. Quando pertencem ao mesmo grupo, essas marcas tendem a usar a mesma rede, com cobertura muito semelhante à da operadora principal. As diferenças costumam aparecer no atendimento, na velocidade em horários de pico e nos serviços extras.

Principais submarcas:

  • SoftBank: Y!mobile e LINEMO
  • KDDI: UQ mobile e povo (povo2.0)
  • Docomo: ahamo e irumo

Quem usa a rede de quem

As operadoras com rede própria são NTT Docomo, KDDI (au), SoftBank e Rakuten Mobile. No caso da Rakuten, há histórico de complementação de cobertura por meio de roaming e parcerias em áreas onde a rede ainda está em expansão.

Submarcas e suas redes:

  • LINEMO utiliza rede 5G e 4G da SoftBank.
  • povo2.0 opera na rede au.
  • UQ mobile oferece a mesma rede de comunicação da au, segundo a própria KDDI.
  • Y!mobile é ligada à SoftBank e funciona, na prática, como uma oferta interna do grupo.

MVNOs que utilizam redes de terceiros

A Center Mobile declara utilizar a rede Docomo e se posiciona como tendo cobertura nacional. Outras MVNOs populares incluem IIJmio, mineo, OCN, BIGLOBE Mobile, Sakura Mobile e Mobal, estas últimas bastante procuradas por estrangeiros. A LINEMO não é MVNO, pois se trata de uma marca online da SoftBank.

O que as grandes operadoras oferecem

Docomo, au, SoftBank e Rakuten Mobile oferecem lojas físicas, suporte presencial, financiamento de aparelhos, pacotes com internet fixa, serviços de conteúdo e planos considerados premium.

A principal vantagem é a previsibilidade para quem depende do celular para trabalhar, se deslocar ou viajar longas distâncias. Além disso, essas operadoras costumam ter melhor compatibilidade com recursos avançados, como VoLTE, 5G, eSIM, roaming e serviços corporativos, dependendo do aparelho.

As desvantagens estão no preço médio mais alto e em estruturas de planos mais complexas. Em alguns casos, benefícios relevantes exigem a contratação de combos com outros serviços do grupo.

O que as submarcas oferecem

Submarcas econômicas como Y!mobile e LINEMO, da SoftBank; UQ mobile e povo, da KDDI; ahamo e irumo, da Docomo; e a Center Mobile apostam em planos mais simples e baratos, geralmente com contratação online e menos serviços adicionais.

A principal vantagem é o custo-benefício para quem deseja usar a rede de uma grande operadora pagando menos. A cobertura, em geral, acompanha a rede principal, o que é um ponto positivo para quem mora em áreas afastadas ou viaja com frequência.

Entre as desvantagens estão o atendimento mais digital, com menos lojas físicas, além de possíveis políticas de tráfego em horários de pico ou priorização diferente em relação às marcas premium.

Exemplos práticos:

  • povo: Funciona sem mensalidade fixa. O usuário compra pacotes de dados conforme a necessidade, por 24 horas, alguns dias ou períodos maiores. É uma boa opção para segundo chip, emergências ou para quem usa muito Wi-Fi. O risco é esquecer de comprar dados e ficar sem internet fora de casa.
  • LINEMO: Foca em contratação online e custo reduzido, usando a rede SoftBank e oferecendo benefícios para usuários do LINE. Pode não ser ideal para quem precisa de suporte presencial.

O que as MVNOs oferecem

Nesse grupo entram empresas como a Center Mobile, que oferecem preços mais baixos, planos simples e modelos criativos, como cashback, pontos ou combos. A Center Mobile, por exemplo, propõe reduzir a mensalidade por meio de um sistema de pontos e oferece atendimento e suporte em português.

A economia é significativa para quem tem rotina e não depende de alta performance em qualquer lugar. São opções interessantes para estudantes, uso básico, segundo chip ou para quem vive em áreas bem atendidas e utiliza Wi-Fi com frequência.

As desvantagens incluem maior impacto em situações de congestionamento de rede, já que MVNOs podem ter prioridade menor, suporte mais lento e, em alguns casos, regras específicas de fidelidade ou taxas adicionais.

Qualidade da conexão e alcance das antenas

Uma referência importante para avaliar a qualidade percebida é o relatório da Opensignal, que mede a experiência real dos usuários. No levantamento do Japão, referente ao período entre 11 de julho de 2025 e 8 de outubro de 2025, aparecem alguns padrões claros.

  • A Docomo se destaca em cobertura geral e cobertura 5G.
  • A au aparece forte em confiabilidade e métricas de experiência.
  • A SoftBank tende a ter bom desempenho em disponibilidade e uso de 5G em parte das métricas.
  • A Rakuten apresenta pontos fortes em upload e melhorias em 5G, mas a percepção pode variar bastante conforme a região.

Em termos práticos: Para maior alcance nacional, especialmente fora de centros urbanos, Docomo e au costumam ser as opções mais seguras, sobretudo em áreas rurais, montanhosas e em linhas de trem menos centrais. A SoftBank também é forte em muitas regiões. Os dados da Opensignal reforçam a liderança da Docomo em cobertura.

Já fora de grandes centros, MVNOs podem apresentar maior instabilidade em horários de pico, enquanto a Rakuten pode variar mais de acordo com a área, apesar de divulgar expansão contínua da rede.

Exemplos para ajudar na decisão

Celular e plano baratos, mas desempenho ruim fora da cidade

Um usuário escolhe o menor preço em uma MVNO ou plano muito básico e tem bom desempenho em cidades como Tóquio e Osaka. Ao viajar para regiões montanhosas, áreas rurais ou trechos de shinkansen com túneis e vales, percebe quedas de sinal ou internet mais lenta. Nesse caso, vale priorizar uma rede com melhor cobertura ou optar por uma submarca integrada a uma grande operadora.

Quem vive de Wi-Fi e quer pagar o mínimo

Para quem trabalha em casa, usa Wi-Fi no trabalho e precisa de dados apenas para mapas e mensagens, opções como povo, com compra pontual de dados, ou planos de entrada das submarcas fazem sentido.

Estrangeiro recém-chegado, com pouco tempo para burocracia

Quem precisa ativar rapidamente, usar eSIM e contar com atendimento em inglês tende a buscar ofertas prontas, muitas vezes de marcas online ou focadas em estrangeiros. O risco é pagar mais pela conveniência ou escolher uma MVNO com suporte limitado.

Gamer e usuário de streaming pesado

Quem joga online ou faz transmissões ao vivo se beneficia de redes mais estáveis em latência e confiabilidade, não apenas em velocidade máxima. Nesse perfil, o bom desempenho da au em relatórios de experiência ajuda a explicar por que alguns usuários aceitam pagar mais.

Onde cada empresa ganha mercado

As submarcas econômicas crescem ao oferecer preço mais baixo com acesso a redes grandes. Muitos consumidores migram para essas opções para economizar sem abrir mão da cobertura, o que ajuda a explicar o crescimento de grupos como a SoftBank, incluindo marcas como Y!mobile.

A Rakuten cresce com uma proposta agressiva, combinando preço, campanhas e integração com seu ecossistema de pontos, parcerias e bundles, além da expansão da rede e metas públicas de base de assinantes, que culminaram no marco de 10 milhões.

Já as MVNOs ganham espaço em nichos específicos, com planos muito baratos, modelos baseados em pontos e ofertas voltadas a turismo, dados ou IoT. Esses modelos atraem quem busca custo mínimo e aceita trade-offs, ou seja, ganhar em preço e perder em velocidade, suporte ou desempenho em horários de pico.

A Center Mobile é um exemplo desse posicionamento, ao combinar redução de mensalidade por pontos com o discurso de cobertura nacional por usar a rede Docomo, o que pode ser uma vantagem relevante dependendo da necessidade do usuário.

Ter ou não ter celular?

No universo de MVNOs, existe uma diferença bem prática: algumas vendem celular junto com o chip (plano com aparelho), e outras trabalham quase sempre no modelo SIM-only, em que você usa um aparelho que já tem ou compra um usado. Veja como cada uma trabalha:

  • IIJmio: Costuma vender aparelhos com desconto quando você faz o pedido do plano e do aparelho ao mesmo tempo, no modelo chamado “linha + aparelho”. O desconto é atrelado ao pedido simultâneo, e algumas ofertas são por tempo limitado.
  • Mineo: Vende aparelhos e permite parcelamento em 24 ou 36 vezes, e a própria mineo informa que não cobra taxa administrativa, taxa de parcelamento nem frete para compra do aparelho.
  • BIGLOBE Mobile: Tem uma página de “lista de aparelhos” à venda. A BIGLOBE informa que os aparelhos são em 24 parcelas.
  • LIBMO: Tem linha de aparelhos à venda e também oferece um serviço de “kitting” em que o SIM já vai inserido no aparelho (exceto iPhone), com configuração inicial para facilitar a vida de quem não quer mexer em APN.
  • Aeon Mobile: Tem catálogo de aparelhos. A própria Aeon explica que existe opção de 24 parcelas sem juros, mas com requisito de contrato do serviço móvel e pagamento com cartão da marca (cartão com “AEON”).
  • NURO Mobile: Mantém um catálogo oficial de smartphones compatíveis à venda dentro do próprio site. Você escolhe aparelho e plano, e depois ativa e configura. O suporte da NURO também lembra que pode exigir desbloqueio de SIM e ajuste de APN dependendo do aparelho e da rede escolhida.
  • HIS Mobile: Opera um shop oficial com venda de aparelhos e também divulga desconto quando compra SIM + aparelho em conjunto, além de ter oferta de aparelhos novos e recondicionados.
  • J:COM MOBILE: Vende iPhone e Android (além de SIM), com página oficial de lineup e preços.

MVNOs que não oferecem aparelho

  • Center Mobile: Foco em chip e ativação para continuar usando “o smartphone atual”. A empresa enfatiza “usar o celular como está”, com troca de SIM, e no passo a passo aparece “preparar o aparelho que você já tem ou um novo aparelho” antes de prosseguir. Significa dizer que o gasto inicial tende a ser menor, porque você reaproveita o aparelho ou compra um usado por fora. Em troca, você precisa garantir que o aparelho seja desbloqueado e compatível.
  • Japan Communications: O fluxo é de solicitação, envio e ativação de SIM, com configuração de rede depois. Não aparece como um serviço focado em venda de aparelho no próprio fluxo. Normalmente você já precisa ter o aparelho ou comprar separadamente.
  • b-mobile: O site é orientado a compra e ativação de SIM, com suporte e configuração, sem destaque para venda de aparelhos na navegação principal. O perfil SIM-only é bem parecido com o caso acima.

Em resumo, nos casos de MVNOs com aparelho, você escolhe plano e celular no mesmo pedido. Muitas vezes tem desconto, parcelamento e, em alguns casos, já chega pré-configurado (exemplo de kitting na LIBMO). E quando MVNO é sem aparelho, você entra com o seu próprio. Isso reduz custo inicial e facilita para quem compra usado. Em compensação, você precisa cuidar de compatibilidade e configuração (desbloqueio, APN, eSIM, bandas). A Center Mobile é um exemplo claro de comunicação focada em “usar o celular atual” com troca de SIM.

Regras para cancelamento de contrato

Operadoras como NTT Docomo, KDDI (au) e SoftBank costumavam ter contratos com fidelidade de 2 anos e multa se o cliente cancelasse antes de “período de contrato mínimo”. Isso mudou bastante nos últimos anos, mas ainda existem regras a saber.

Prazo: Na maioria dos planos tradicionais existe um ciclo mensal de cobrança. Para cancelar sem pagar uma mensalidade extra no mês seguinte, você precisa pedir o cancelamento antes de uma data limite que varia por operadora. Se passar da data, muitas vezes você paga mais um mês.

Taxa: Para contratos antigos com duração mínima (exemplo: 2 anos), podia haver uma taxa de cancelamento antecipado se você desligasse fora do período em que o contrato renovava automaticamente (normalmente a cada 24 meses). A partir de 2021, novas regras reduziram essas multas, ou as aboliram em muitos planos padrão, mas alguns planos promocionais ou específicos ainda podem ter penalidade.

Procedimento: Você pode cancelar pela loja física, call center ou, em muitos casos, pelo site ou app da operadora. Normalmente é necessário apresentar identidade do titular, número de telefone/conta e senha de cancelamento ou identificação.

Cancelamento em submarcas econômicas de grandes operadoras

No caso da LINEMO (SoftBank), povo e povo2.0 (KDDI au), UQ mobile (KDDI), Y!mobile (SoftBank), ahamo/irumo (NTT Docomo) as regras de cancelamento tendem a ser mais flexíveis. Na prática:

Prazo e regras: Esses planos geralmente não exigem fidelidade longa, então você pode cancelar quase a qualquer momento sem multa de cancelamento. A cobrança costuma ser proporcional ao uso do mês em que você cancelar.

Procedimento: O cancelamento costuma ser digital, com login na conta, ir até “gerenciar plano” ou “cancelar serviço” e confirmar o cancelamento.

Condições: Em algumas marcas pode ser necessário um aviso até uma data limite antes do próximo ciclo de cobrança. Em geral, não há multa de cancelamento antecipado nesses planos econômicos. No entanto, algumas promoções com preço muito baixo podem exigir um período mínimo de permanência para manter o desconto total.

Cancelamento em MVNOs

As MVNOs tendem a ter regras mais simples e menos penalidades, porque os planos são desenhados para serem baratos e flexíveis. Veja:

Center Mobile: Normalmente não há fidelidade longa nem multa de cancelamento. Para cancelar basta acessar sua área de cliente, pedir cancelamento e seguir o passo a passo (geralmente digital).

Outras MVNOs com regras parecidas: IIJmio, mineo, OCN Mobile ONE, NURO Mobile, Aeon Mobile e muitas outras MVNOs geralmente não impõem multa de cancelamento antecipado. A regra comum é que o cancelamento pode ser feito a qualquer momento, com aviso pelo menos antes da data limite para o próximo ciclo para evitar pagar mais um mês, e nenhum custo extra além dos dias usados no mês atual.

Outros pontos a observar no cancelamento:

Período de cobrança: A maior parte das operadoras trabalha com ciclo mensal. Se você pedir cancelamento depois do início do ciclo, pode ser cobrado por inteiro por aquele mês.

Devolução de aparelhos: Se você comprou o aparelho junto com o plano e ainda estiver pagando em parcelas, elas continuam mesmo depois do cancelamento do plano. Já em planos com subsídio de aparelho (mais raro hoje), cancelar pode exigir pagar parte do valor total do aparelho.

Contratos promocionais: Alguns planos com preço reduzido ou benefícios temporários podem ter regras específicas, como período mínimo para manter o benefício e penalidade ou devolução de bônus se cancelar cedo.

Fotos: Canva

Antonio Carlos Bordin é jornalista há 40 anos. Iniciou na profissão em jornais diários no interior de São Paulo. Mora no Japão há mais de 20 anos, tempo em que trabalhou como editor de revistas e de sites da comunidade. Gosta de filmes de ação, de ficção científica e acredita em Astrologia. Tem bom humor e fé em Deus.

Matérias relacionadas

Por: Antônio Bordin
Tóquio – As obras de um dos maiores pintores da história, Vincent van Gogh, estão em exposiçã...
Por: Antônio Bordin
Tóquio – A SoftBank Corp. quer lançar, em 2026, a rede 6G utilizando o serviço da Estação de ...
Por: Antônio Bordin
Tóquio – No Japão, algumas profissões são consideradas “não namoráveis”, ou seja, afasta...
Por: Antônio Bordin
Tóquio – No dia 30 de janeiro será realizado o “Seminário sobre a Promoção da Compreensão ...
Por: Redação
Evento é realizado pela Câmara de Comércio Brasileira no Japão (CCBJ).A potência da voz do cant...
Por: Silvio Mori
Um evento imperdível para quem gosta de aventura e adrenalina, o 1º Brazilian Kart Day acontece no...
Por: Redação
No dia 13 de dezembro de 2024, às 18h, no Night Café, em Aichi, a BBG ASIA realizará seu tradicio...

Mais acessadas

Por: Redação
Doenças subjacentes são as que não são explícitas ou seja, visíveis. São doenças considerada...
Por: Redação
O Japão está subdividido em 8 regiões e sub-dividido em 47 prefeituras. As 8 regiões são: Hokk...
Por: Redação
Para candidatar-se a uma vaga de emprego no Japão recomenda-se que o candidato leve o currículo, e...
Por: Redação
Quem trabalha a mais de 1 ano no Japão já deve ter ouvido falar do tal do Gensen... Mas afinal das...
Por: Redação
Reajuste de final de ano, em japonês: Nenmatsu Chosei - 年末調整 é realizado pela empresa empr...
Por: Redação
Kanji do Dia : Hou, Toyo - 豊 - Abundância, Prosperidade HOUFU - 豊富 - abundância, riqueza HOU...
Por: Vanessa Handa
Estrangeiros que residem no Japão devem contribuir para a previdência japonesa. Ao cumprirem as re...
Por: Redação
Kakutei Shinkoku (確定申告) é o nome do procedimento da declaração de toda a sua renda durant...

Turismo

Por: Antônio Bordin
Tóquio – O evento “Yokai em Movimento Tokyo – Imagination of Japan” será realizado entre o...
Por: Antônio Bordin
Kyoto – Muitos dos turistas que vão a Kyoto visitam templos e santuários que normalmente estão ...
Por: Antônio Bordin
Kagoshima – Uma das atrações da província de Kagoshima são as areias quentes na cidade de Ibus...
Por: Antônio Bordin
Hokkaido – A província de Hokkaido, no extremo norte do Japão, é conhecida por ser uma das regi...
Por: Antônio Bordin
Tóquio – Turistas estrangeiros poderão pagar ingressos mais caros do que os japoneses ao visitar...
Por: Antônio Bordin
Romênia – A Romênia deverá inaugurar até 2027 um parque temático inspirado em um dos maiores ...
Por: Antônio Bordin
Niigata – A cidade de Ojiya, na província de Niigata, será palco do “50º Festival Comemorativ...
Por: Antônio Bordin
Tóquio – O Tokyo Dome Corp. inaugurou uma nova atração dedicada a um dos monstros mais famosos ...
© 2016-2026 Todos os direitos reservados - Portal Japão
Home
Listas
Voltar
Busca
Menu
magnifiercross linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram