Brasileiros enviam 140 milhões de mensagens por dia ao ChatGPT

São Paulo – A OpenAI publicou nesta semana que o Brasil é o terceiro país que mais utiliza o ChatGPT no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia. Os internautas brasileiros inserem mais de 140 milhões de mensagens na inteligência artificial por dia.
A informação consta do relatório “Desbloqueando Oportunidades Econômicas para o Brasil”, que apresenta detalhes sobre o perfil dos brasileiros nas ferramentas de IA da empresa, publicou a mídia local.
Veja mais dados sobre o uso do ChatGPT por brasileiros:
- São 700 milhões de internautas que utilizam semanalmente o ChatGPT em todo o mundo, enviando 2 bilhões de comandos por dia. No Brasil, são cerca de 140 milhões de mensagens diárias.
- Os estados que mais usam o ChatGPT são: São Paulo (liderança), Santa Catarina e Distrito Federal. Em seguida aparecem Tocantins, Rio de Janeiro, Ceará, Paraná, Amapá, Mato Grosso e Pernambuco.
Segundo o relatório, os principais motivos pelos quais os brasileiros recorrem à ferramenta são:
- Redação e comunicação (20%);
- Aprendizado (15%);
- Matemática, ciência de dados e programação (6%);
- Ideação criativa (5%);
- Tradução (2%).
A empresa não revelou o número exato de usuários brasileiros, mas constatou que:
- 27% dos usuários têm entre 18 e 24 anos, e 33% têm entre 25 e 34 anos. Para a OpenAI, estudantes e profissionais no início da carreira são “nativos da IA”;
- O Brasil é o segundo país com maior número de desenvolvedores que utilizam a API da OpenAI e está no top 5 entre os países com maior disseminação de habilidades em IA;
- Segundo dados da Microsoft citados no relatório, 75% das micro, pequenas e médias empresas brasileiras estão otimistas quanto ao impacto da IA no mercado.
Essas informações foram divulgadas pouco depois do lançamento internacional do ChatGPT-5.
O uso do ChatGPT e de outros chatbots de IA sofre uma queda brusca nos Estados Unidos durante as férias escolares, em julho. Dados recentes indicam que o fenômeno não é coincidência: estudantes parecem compor uma parcela expressiva da base de usuários dessas ferramentas.
Foto: Banco de Imagem







































