Pesquisa mostra que japonesas consideram altura mínima para um marido

2026/02/06 11:43
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Tóquio – Uma pesquisa revelou que para as mulheres japonesas, além do amor, conta também a altura do candidato a marido ou namorado. Em geral, elas não hesitam em afirmar que não querem homens mais baixos. Mas quando a situação se torna séria, é possível equilibrar alguns outros pontos além da altura. E foi para investigar esses itens que a agência de matrimônios Presia realizou a pesquisa com 278 mulheres de 20 a 40 anos de idade, publicou a PR Times.

A pesquisa mostrou que para as mulheres, a altura mínima que consideram em um homem para ser seu par é:

Acima de 175 centímetros: 5,4%;
170-174 centímetros: 22,3%;
165-169 centímetros: 38,8%;
160-164 centímetros: 9,4%;
Abaixo de 160 centímetros: 4,3%;
Qualquer altura, desde que ele seja mais alto: 19,8%.

Agora, com relação à altura que as mulheres consideram ideal, a situação muda:

Mais de 180 centímetros: 11,2%;
175-179 centímetros: 44,6%;
170-174 centímetros: 36,3%;
165-169 centímetros: 5,4%;
160-164 centímetros: 1,4%;
Menos de 160 centímetros: 1,1%.

A altura média de um homem adulto no Japão fica em torno de 1,71 m a 1,75 m. Ainda que 66,9% das entrevistadas tenham dito que ser baixo não exclui o candidato a marido, 55,8% preferem um homem mais alto do que a média. A altura do futuro marido é um fator importante, mas quando questionadas se isso é algo significativo, 40% das mulheres disseram que sim.

Mas, os pesquisadores questionaram as mulheres: se o candidato a marido for baixo, mesmo assim, quais qualidades consideraria atraentes para levar adiante um relacionamento? As escolhas foram as seguintes:

Riqueza: 21,6%.
Valores/atitudes financeiras em comum: 16,2%.
Lealdade: 15,5%.
Boa higiene/limpeza: 12,6%.

Confiabilidade: 8,3%.
Boa capacidade de comunicação: 6,5%.
Tolerância/aceitação: 5%
Interesses/hobbies em comum: 2,9%
Positividade/charme: 2,9%.
Corpo musculoso: 2,2%.
Bom senso de moda: 0,7%.
Habilidades culinárias e de limpeza: 0,4%.
Não importa nada disso: 5,4%.

Para Miyuki Kurushima, CEO da Presia, fica claro que o que realmente importa é a segurança e a confiança no outro par. “Em vez de se preocupar com fatores imutáveis, como altura ou aparência, é mais importante cultivar o charme interior, uma atitude sincera em relação ao trabalho e uma postura atenciosa com os outros. Além disso, adotar uma atitude positiva para desenvolver os seus pontos fortes é o que, em última análise, atrai muitas pessoas”.

Foto: Canva

Antonio Carlos Bordin é jornalista há 40 anos. Iniciou na profissão em jornais diários no interior de São Paulo. Mora no Japão há mais de 20 anos, tempo em que trabalhou como editor de revistas e de sites da comunidade. Gosta de filmes de ação, de ficção científica e acredita em Astrologia. Tem bom humor e fé em Deus.

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